Após meses de intensos combates aos incêndios no Pantanal de Corumbá, as equipes agora focam na avaliação das áreas devastadas e no planejamento das etapas seguintes para recuperação. Um dos principais esforços é a manutenção do viveiro de mudas, essencial para restaurar a vegetação que foi destruída pelos incêndios.
Apesar da escassez hídrica que ainda representa uma ameaça à região, as Brigadas Ambientais do Instituto do Homem Pantaneiro (IHP) e Alto Pantanal continuam trabalhando, especialmente na Serra do Amolar. As equipes estão concentradas na preservação e manutenção das mudas, que serão fundamentais para a recuperação das áreas afetadas.
Em outubro, os incêndios destruíram mais de 25 mil mudas plantadas entre 2023 e 2024, complicando ainda mais os esforços de restauração. Recentemente, uma resolução foi publicada declarando situação crítica de escassez na Bacia do Rio Paraguai, permitindo que as empresas de saneamento adotem medidas para cobrir custos extras e alterem a navegação nos rios.
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