Segundo o major-general norte-americano Matthew McFarlane, comandante da coalizão de combate ao terrorismo liderada pelos Estados Unidos, as atividades do grupo extremista Estado Islâmico (EI) diminuíram 65% no ano passado.
McFarlane afirmou que o grupo está se degradando, mas alertou para a presença contínua de combatentes radicais com aspirações de ressurgir ou reconstruir o califado. Ele destacou a colaboração com homólogos iraquianos no combate ao EI.
Apesar desses avanços, analistas aconselham cautela ao considerar a fragilidade total da organização. Alertam para a presença significativa do EI na África, Ásia Central e Oriente Médio. Steven Heydemann, do Brookings Institution, destaca a forte presença na África, enquanto Martin Ewi, analista sul-africano, vê o continente africano como um motivo para manter a vigilância.
Nicolas Heras, do New Lines Institute, observa a presença do EI na Ásia Central e no Oriente Médio, incluindo o Afeganistão e países vizinhos, e menciona a tentativa do grupo de expandir-se para outras regiões.
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