Uma controvérsia surge entre professores e alunos da rede estadual de ensino de São Paulo devido à instalação não autorizada de um aplicativo da Secretaria de Educação em seus dispositivos móveis pessoais.
O Ministério da Educação, sob a liderança do empresário de tecnologia Renato Feder, e a gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) alegam que o aplicativo "Minha Escola SP" foi instalado de maneira inadequada nos telefones de indivíduos que já haviam feito login no sistema. No entanto, a quantidade exata de dispositivos afetados não foi divulgada.
O estado de São Paulo conta com mais de 3,5 milhões de estudantes e cerca de 210 mil professores. Nos últimos meses, foi recomendado que eles utilizassem aplicativos da Secretaria de Educação para realizar atividades escolares.
O "Minha Escola SP" contém seções com informações pessoais dos alunos, incluindo seus nomes, notas em todas as disciplinas e registros de frequência escolar. É importante ressaltar que esse aplicativo se diferencia de outra plataforma, chamada "Diário de Classe", anunciada pelo secretário em março.
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