Pouco mais de um ano depois de o DeepSeek "mudar os parâmetros" do que parecia necessário para treinar IA, outros modelos chineses entram no radar ao disputar espaço com o Claude, da Anthropic, e ao dominar o dia a dia do maior mercado consumidor de tecnologia do mundo.
No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam por que o Kimi, da Moonshot, virou alternativa competitiva em custo à IA do momento nos Estados Unidos e como o Doubao, da Bytedance, virou a estrela dos celulares na China.
“O Claude trouxe uma nova perspectiva desde o fim do ano passado, do ponto de vista de criação de coisas: prototipar um aplicativo, gerar código, fazer apresentações. Só que ele tem um custo absurdo. O Claude consome os tokens muito rápido e, se você está usando API, vem uma conta no fim do mês, um boletão que fica difícil de pagar. Então, o que muitos desenvolvedores começaram a olhar é para outros modelos. A China tem um catálogo muito grande, mas um modelo que está se sobressaindo é o Kimi”, disse Diogo Cortiz.
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