A chegada da presidente da Câmara de Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, a Taiwan, nesta terça-feira (2), despertou uma intensa reação da China, que mantém uma relação conflituosa histórica desde a separação dos territórios em 1949. Em um comunicado feito pelo porta-voz do ministério da Defesa chinês Wu Qian, a China prometeu “ações militares direcionadas para defender a soberania nacional”.
“O Exército de Libertação Popular está em alerta máximo e lançará uma série de ações militares direcionadas para combater isso, defender a soberania nacional e a integridade territorial e impedir a interferência externa e as tentativas separatistas de 'independência de Taiwan’”, comunicou o porta-voz.
Horas antes da chegada de uma das maiores representantes dos EUA a Taiwan, o governo chinês afirmou que “os Estados Unidos vão assumir a responsabilidade e pagarão o preço por minar a soberania e a segurança da China”. O governo de Pequim também disse que os EUA têm tomado ações “extremamente perigosas” e advertiu que “quem brinca com fogo morre queimado”.
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